Nesse período de férias você pensa em acampar em um lugar bem distante da civilização, sem energia elétrica, mas não consegue viver longe do seu celular com conexão 3G? Seus problemas acabaram!
Este super gadget é o mPowerpad, da Third Wave Power, e nada mais é que um carregador solar — ou seja, útil e ecológico. Ele funciona movido a energia solar e reconhece movimentos, o que ativa suas diferentes funções: carrega seu smartphone, é lanterna, luz para leitura, rádio AM/FM e até um repelente ultrassônico para mosquitos e pernilongos. Como funciona sem botões, é mais resistente, não tem pecinhas que possam se soltar ou quebrar e é, inclusive, resistente a água e pó
O aparelho capta e armazena a energia solar para recarregar celulares, tablets, câmeras entre outros. O mPowerpad é do tamanho de um iPad e possui uma bateria com capacidade de 2.500mAh, capaz de recarregar diversos equipamentos móveis ao mesmo tempo nas duas entradas USB.
Isso mesmo, caros amigos: existe um chip que pode dar tesão nas mulheres.
A descoberta do grande público brasileiro se deu em um reality show, onde uma das participantes revelou usar um.
O dispositivo é implantado sob a pele e programado para liberar doses de testosterona, o hormônio da libido nas mulheres, mas que é responsável nos homens por seus pêlos corporais, voz grossa e afins.
Mas, a maior parte das mulheres que procura o chip carrega dramas emocionais e problemas de saúde mais fortes, e o dispositivo serve mais como uma “muleta” do que como resolução total da ausência de desejo.
Mesmo assim, pode ser a resolução da nossa era digital para a famosa “dor de cabeça” que afeta uma boa parte das mulheres.
Para testar o tratamento deve-se procurar um especialista. Não há venda em farmácias comuns, já que ele é produzido de forma personalizada por farmácias de manipulação.
Per Segerbäck é um sueco de 54 anos que vive isolado em uma cabana de madeira, a 120 quilômetros da capital Estocolmo, há onze. Ele é ex-engenheiro da Ericsson e hoje em dia passa mal se ficar perto de qualquer aparelho eletrônico. A foto abaixo, por exemplo, foi tirada de uma câmera analógica. Em sua casa não tem micro-ondas, televisão ou celular, nem mesmo relógio digital. Claro, também não tem eletricidade. O aparelho mais tecnológico que Per possui é um velho radinho de pilhas.
O sueco afirma ter reações desagradáveis quando exposto a ondas eletromagnéticas, emitidas normalmente por aparelhos movidos a energia elétrica. Caso um avião passe por cima da reserva onde ele vive, o homem jura que sente as vibrações dos radares. Entretanto, ele não é assim tão desconectado. Na casinha ao lado de sua cabana, é possível encontrar um telefone e até um computador com acesso a internet, alimentados por uma bateria de 12 V enterrada.
Ele e mais alguns integrantes de sua equipe de trabalho na Ericsson adquiriram esta sensibilidade extrema às ondas eletromagnéticas nos anos 90, após superexposições a ondas eletromagnéticas, e hoje recebem uma pensão do governo sueco, apesar da doença não ter sido reconhecida pela OMS.
Lyndon Baty é um rapazinho que mora em Knox City, Texas, e que, por lutar contra a doença do rim policístico ao longo de sua jovem vida, possui um sistema imunológico tão frágil quanto a trama de A Ameaça Fantasma. Isso impede Lyndon de sair por aí e fazer coisas típicas de gente da sua idade, como ir à escola e atravessar a rua de forma imprudente.
Entretanto, ao menos a questão da escola Lyndon conseguiu resolver, graças à nossa grande amiga tecnologia: no seu lugar, o garoto manda um robô chamado VGO (pessoalmente eu escolheria um nome mais legal, tipo Tóbi, mas enfim), que capta o áudio e vídeo do lugar e permite que Lyndon se comunique com o ambiente através de vídeo chat.
Assim, o garoto pode interagir com seus colegas de classe de uma forma que jamais pensou que seria possível. E esse sistema está funcionando tão bem que Lyndon aguarda ansioso para acordar cedo de manhã e “ir à escola”. Algo que é raro ou impossível de se ver em uma criança – a menos, claro, que ela tenha um robô.
A ideia é simples, porém muito eficaz. O mouse sustentável SusTAIL, do designer turco Ahmet Bektes, não usa energia do seu computador, nem polui o visual com mais um fio sobre a sua mesa. Para usá-lo, não é preciso gastar pilhas, nem energia. Basta que seu usuário lhe dê corda, como fazíamos em brinquedos antigos ou com relógios de corda. Com a corda encaixada, o mouse fica mesmo parecido com um ratinho.
A empresa Logitech já está interessada no mouse. Resta torcer para que ele seja lançado em breve em terras tupiniquins.
Pesquisa feita pela empresa Ericsson – uma das maiores fabricantes de equipamentos de telefonia móvel – aponta que o número de internautas deve dobrar neste ano devido à popularização de tablets e smartphones, podendo alcançar a impensável marca de 1 bilhão de usuários – isso apenas poucos meses após ter atingido a marca dos 500 milhões.
Computadores portáteis, celulares, tablets como o iPad e outros dispositivos também multiplicarão conforme o número de usuários for crescendo. O tráfego crescente de dados é visto pelo mercado como impulsionador das receitas das operadoras de telecomunicações e está provocando investimentos em redes, o que também ajuda o faturamento dos fabricantes de equipamentos.
Segundo os últimos dados divulgados pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), o Brasil concentra 19,45 milhões de acessos à banda larga móvel. Isso representa quase 10% da população que, conforme dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), chega a 190,7 milhões de habitantes.
A Claro lidera o segmento, com 39,83% do mercado, ou 7,74 milhões de internautas. A Vivo aparece com 6,24 milhões (ou 32%). Já a TIM detém 4,32 milhões de acessos (22,26%). A OI vem com 5,47% do mercado, ou 1,06 milhão.
Para quem trabalha com tecnologia ou simplesmente não consegue se desgrudar dela, a bolsa Openaire é perfeita. Ela não apenas carrega seu notebook, como também se transforma em uma cadeira e uma mini mesa.
A cadeira, que não possui pés, funciona bem para manter o usuário confortável em ambientes naturais, como parques. Para que o usuário não tenha o colo como única opção de apoio, a bolsa oferece também um suporte que possibilita o uso de um mouse externo.
Tudo isso só é possível porque a bolsa é semirrígida, ou seja, ela foi confeccionada com tecido e, algumas partes, em madeira, o que faz com que seja possível o objeto se transformar. Esta invenção criativa ainda é muito recente, talvez um dia possamos nos deleitar em parques no Brasil com ela. É esperar pra ver.
Um estudo holandês realizado pela Universidade de Wageningen, indica que pode haver relação entre o sistema wi-fi de transmissão e a deterioração de plantas em grandes cidades. O estudo foi encomendado pelo município de Alphen aan den Rijn para descobrir se o número crescente de fontes de radiação eletromagnética (como antenas) pode desempenhar um papel importante na deterioração da saúde das árvores.
Já havia sido notado um aumento no número de árvores nos meios urbanos que apresentam distúrbios de crescimento. Nos últimos anos, essas plantas mostraram uma série de problemas, como rachaduras, inchaços, descoloração e várias formas de necrose do tecido. Após uma análise inicial, ficou provado que estes fenômenos não eram causados por fatores biológicos, como as pragas e doenças.
Os pesquisadores então selecionaram amostras de plantas que foram expostos por mais de três meses a seis fontes de radiação. As folhas que estavam voltadas para a fonte de radiação mostraram, depois de alguns meses, uma aparência brilhante metalizada – uma descoloração que parece ser resultado do desaparecimento das células da camada externa das folhas. O brilho metálico foi seguido pelo ressecamento e morte de uma parte da folha.
Embora os efeitos das fontes de radiação tenha sido notados em várias plantas do estudo, os pesquisadores recomendam repetir o teste – de preferência, por um longo período e em maior escala.
Só de ouvir a palavra bonde imagens de veículos antigos nos vêm à cabeça. Contudo, agora os bondes, melhor dizendo autobondes, são a sensação da tecnologia. Pelo menos na Alemanha, onde engenheiros do instituto Fraunhofer criaram um bonde que não necessita de trilhos e nem das linhas elétricas de alimentação que enfeiam as cidades. Agora, o novo bonde tem pneus de borracha e segue uma linha branca pintada sobre o asfalto.
O veículo, intitutulado AutoTram, usa uma tensão de até 700 volts e correntes de até 1000 amperes. Capacitores de dupla camada faz com que seja possível armazenar e liberar grandes quantidades de energia em, aproximadamente, 30 segundos. Um dos objetivos dos criadores da invenção é fazer com que esse novo carro elétrico funcione o dia todo, com recarregamento extra rápido a cada três ou quatro pontos de ônibus.
O veículo-conceito só foi possível graças ao projeto “Pesquisa sobre Mobilidade Alimentada por Eletricidade”, que busca implantar novas maneiras de se transportar sem o uso de motores a combustão tradicional. Quem sabe o até então projeto vire realidade. Se sua eficiência for real, o “autobonde” será muito bem vindo no Brasil.
A LG entrou na onda retrô e lançou a TV com visual anos 50, para o pessoal que anda na contramão da tecnologia e não quer nem saber dos aparelhos cada vez mais finos.
Disponível nas cores laranja e marrom e apenas na versão 14 polegadas, tem controle remoto e sintonizador para tv digital, mas apresenta a antena no topo, como antigamente. Ela é uma TV de tubo (cinescópio ultra slim), super avançada. Permite alterar a cor da tela para colorido, sépia ou preto-e-branco. Os pés em metal são removíveis. Já percebeu que ela é feita para decorar e não para ver o jogo de futebol, né?
A imaginação humana faz previsões sobre o futuro faz muito tempo; filmes e alguns desenhos remetem a isso. Por exemplo, o desenho animado Os Jetsons onde há esteira rolante dentro de casa, além de uma governanta-robô e móveis que se movem de acordo com a vontade da família. Já o filme 2001: Uma Odisséia no Espaço ilustra uma realidade na qual dar controle às máquinas pode ser perigoso, afinal elas podem se voltar contra os humanos.
A tecnologia do presente não retrata nenhuma das opções, contudo já podemos nos deleitar com algumas novidades dentro de casa – é a chamada: automação residencial. Em conjunto, a construtora Bracco e a Practical Soluções Imobiliárias se focaram, recentemente, no setor de apartamentos inteligentes. São diversos kits de automação onde os clientes dos seis condomínios da parceria podem inovar. O condomínio mais recente é o Practical Life, situado no bairro do Campo Belo. Nele há kits como o das luzes para o apartamento. O morador pode deixar tudo pré-definido e, ao chegar em casa, dedilhar o leitor óptico para iluminar o local conforme havia programado. Existem também kits que acionam persianas e cortinas com controle remoto ou que monitorem a energia de aparelhos domésticos. Alguns visam à segurança; é o caso do kit de câmeras que filmam o interior da casa e podem ser visualizados pela internet.
O empreendimento residencial Minato Mirai também aposta na tecnologia para conquistar clientes. São cortinadas automatizadas (basta 1 clique para controlá-las), ar-condicionado central, piso aquecido, vidros duplos, iluminação automatizada (diferentes atmosferas num mesmo ambiente) e acesso remoto, que permite controlar a energia consumida e as funções gerais do apartamento de qualquer lugar do mundo.
O barateamento destas tecnologias faz com que esse setor cresça cada vez mais no mercado. Segundo a Aureside, Associação Brasileira de Automação Residencial, apenas os itens de segurança para casas e escritórios baseados em informações biométricas (que utilizam partes do corpo como senha de acesso a equipamentos e informações protegidas) deverão movimentar US$ 3 bilhões este ano em todo o mundo.
Ainda falta para termos tecnologias como do filme Minority Report, onde hologramas são usados o tempo todo e anúncios interativos sabem tudo de você, por meio de um leitor de íris. Mas já fizemos avanços na área e, aos poucos, estas evoluções ficam mais acessíveis à população.
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